Numa sociedade, onde o apagamento do corpo é evidente e as crianças têm que viver em função de particularidades culturais, e a partir dos novos ritmos desta sociedade é perceptível a forma empobrecedora das experiências lúdicas que a criança tem vivido, quando fica à margem de vídeo games, televisores e outros meios eletrônicos. Ou seja, sufocada em exigências de seu cotidiano e em virtude disso, os meios eletrônicos deixam marcas subjetivas na vida das crianças, o que se torna desprovido de recursos sua experiência diárias e da mesma forma a imaginação. Neste contexto, verifica-se no discurso parental e social a grande preocupação com segurança, limpeza e saúde, que leva a subtrair das crianças a possibilidade de brincar, para tanto, atendem dos adultos a uma série de regras de controle. Frases do tipo: não se suje! Cuidado para não cair, não quebre os brinquedos, fazem parte do cotidiano das crianças na atualidade. E assim sendo, permite apenas que as crianças fiquem imersas no discurso que outra pessoa proporciona-lhe. Além disso, é uma forma do adulto controlar a criança. Então, fica preso ao campo virtual e continua jogando em uma ação passiva, sedentária.
Sua vida é baseada nesse ou em qualquer outro jogo ? Se oriente e VIVA LA VIDA !
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